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Artigo · Experimentação

Mais de 800 no WhatsApp, 14 mil no e-mail e 25 mil no YouTube: quem forma a comunidade CRO Brasil

Mais de 800 pessoas no WhatsApp, 14 mil na base de e-mail, 25 mil no YouTube e 5 mil nas redes. Conheça a audiência da CRO Brasil e a curadoria que sustenta cada número.

Taciana Serafim

· 5 min de leitura

Neste artigo · 5 seções
  1. O tamanho da conversa
  2. O que sustenta os números
  3. Curadoria: a parte invisível que segura tudo
  4. O que isso significa para quem quer construir junto
  5. Perguntas frequentes

A CRO Brasil reúne mais de 800 pessoas no grupo de WhatsApp, mais de 14 mil na base de e-mail, 25 mil no canal do YouTube e mais de 5 mil em redes sociais como LinkedIn e Instagram. Mas os números são a consequência, não o produto: o que sustenta essa audiência é curadoria diária de conteúdo, podcast quinzenal e eventos com trilhas para todos os níveis, de analistas a lideranças.

Alcance se compra. Qualquer marca com verba coloca um post na frente de cem mil pessoas amanhã. O que não se compra é atenção qualificada: um grupo de profissionais que abre o e-mail porque confia no remetente, que entra no evento porque sabe que o tema foi escolhido a dedo, que fica até o fim da conversa porque ela resolve um problema real.

É isso que a CRO Brasil constrói todos os dias. E como a gente recebe com frequência a pergunta de quem quer se aproximar da comunidade, afinal, quem está do outro lado, este texto abre os números e, mais importante, explica o que existe por trás deles.

O tamanho da conversa

  • Mais de 800 pessoas no WhatsApp: o grupo onde a comunidade troca diariamente, tira dúvidas, compartilha vagas e discute os testes que estão rodando.
  • Mais de 14 mil na base de e-mail: a newsletter que leva conteúdo técnico e curadoria de mercado para a caixa de entrada de quem trabalha com CRO, growth, produto e dados.
  • 25 mil no canal do YouTube: onde ficam as gravações dos eventos, as lives e os episódios de podcast, consumidos por quem quer se aprofundar no próprio ritmo.
  • Mais de 5 mil em redes sociais: LinkedIn e Instagram, os canais onde a conversa começa e onde os melhores conteúdos encontram novos profissionais.

Números bonitos de apresentar, mas a gente sabe que número sozinho não diz nada. Base inflada existe aos montes por aí. O que diferencia uma comunidade é o que essas pessoas fazem quando você publica, abre um evento ou propõe uma discussão. E é aí que entra a parte que nenhum gráfico mostra.

O que sustenta os números

A audiência da CRO Brasil não foi comprada em anúncio. Ela foi construída na constância: conteúdo diário para qualificar o mercado, cobrindo de teste A/B a GEO, de mensuração a cultura de experimentação. Quem acompanha a comunidade aprende alguma coisa útil toda semana, e é por isso que fica.

A cada quinze dias, o podcast CRO Talks traz conversas com quem está na linha de frente, como o episódio sobre o futuro do GEO, tema que divide opiniões e move o mercado neste momento. No YouTube, o acervo completo segue disponível para quem chega agora.

E tem os eventos. O Open Club entra na sede de empresas como Claro e Sem Parar, e o SHIFT é o nosso encontro presencial. Os dois são desenhados com trilhas que atendem desde analistas até lideranças: o analista que está montando o primeiro roadmap de testes encontra conteúdo para o momento dele, e o head que precisa defender verba no board encontra conversa para o nível dele.

Curadoria: a parte invisível que segura tudo

Comunidade boa não é a que aceita tudo, é a que sabe dizer não. Cada tema de evento, cada convidado, cada conteúdo publicado e cada parceria proposta passa por uma curadoria que tem um único critério: a experiência entre profissionais e parceiros precisa ser boa para os dois lados.

Na prática, isso significa recusar pauta que é só vitrine, convidado que só quer palco e formato que só parece networking. O que sobra é o que faz a comunidade voltar: discussão técnica honesta, gente que executa contando o que deu certo e errado, e parceiros que chegam para construir, não para anunciar.

O resultado está nos números de cima. As pessoas ficam porque a régua é alta. E a régua é alta porque as pessoas ficam. Esse círculo virtuoso é o ativo mais valioso da comunidade, e ele não aparece em nenhuma planilha de mídia.

O que isso significa para quem quer construir junto

Se a sua empresa quer conversar com profissionais de CRO, growth, produto e dados no Brasil, não existe atalho melhor do que uma comunidade que já tem a confiança deles. Mas o formato importa tanto quanto o alcance.

A gente não trabalha com logo em slide. As construções com mantenedores passam por presença nos eventos, produção de conteúdo em conjunto, formações com condições para a comunidade e frentes de estudo. A parceria com a Optimiza Marketing é o exemplo mais recente do que esse modelo entrega: Open Club, SHIFT, live, podcast e uma frente de embaixadores de GEO/SEO que já passa de 100 membros.

A conversa começa fácil, direto no nosso WhatsApp ou pelo e-mail contato@crobrasil.com.br. A gente apresenta os formatos, entende o objetivo da sua empresa e desenha junto a melhor forma de contribuir com o mercado.

Perguntas frequentes

Quantas pessoas fazem parte da comunidade CRO Brasil? São mais de 800 pessoas no grupo de WhatsApp, mais de 14 mil na base de e-mail, 25 mil no canal do YouTube e mais de 5 mil em redes sociais como LinkedIn e Instagram, além das frentes de embaixadores.

Como minha empresa pode se conectar com essa audiência? Através do programa de mantenedores, com formatos como participação em eventos, conteúdo produzido em conjunto, formações e frentes de estudo. A conversa inicial acontece pelo WhatsApp ou e-mail da CRO Brasil.

Que tipo de conteúdo a comunidade consome? Conteúdo diário sobre CRO, experimentação, dados, SEO e GEO, podcast quinzenal, eventos com trilhas para analistas e lideranças, além de guias e cases publicados no blog.

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